sexta-feira, 25 de julho de 2014

LANÇAMENTO DE LIVRO EM CARQUEIJA - DIOCESE

Neste sábado dia 19 de julho o prof. Artur Pinheiro lançou seu livro na casa grande onde o projeto que o mesmo analisa, foi sede na década de 1960. estiveram presentes vários participantes do projeto, dentre ele(a)s destacamos:

A professora LOURDENISE PINHEIRO ALVES, primeira presidente do CLUBE DE MA~ES e primeira diretora da escola;
CLEIDE SANTOS CUSTÓDIO, também membro do clube de mães e participante ativa do projeto
DOMINGOS SÁVIO PINHEIRO ALVES - SASSÁ - professor da escola radiofônica do MEB à ´poca do projeto;
MANOEL RUFINO, membro do projeto e uma das lideranças locais;
 O mestre da cultura de Capistrano SEABASTIÃO ALVES LOURENÇO;
O professor PEDRO JORGE PINHEIRO ALVES e mais dezenas de pessoas que compareceram para relembrar o fato histórico e prestigiar o lançamento do livro


RELEASE DO LIVRO

PROJETO CARQUEIIJA: uma experiência de educação popular e reforma agrária da Igreja Católica. O livro é o resultado de minha Dissertação de Mestrado, na FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UFC. TRATA DE RESGATAR A EXPERIÊNCIA DA Arquidiocese DE FORTALEZA EM UMA FAZENDA DE SUA PROPRIEDADE, a época, na localidade de Carqueija em Capistrano, no bispado de Dom José de Medeiros Delgado. Dom Delgado como bispo que teve a experiencia do CONCÍLIO VATICANO SEGUNDO, percebeu a oportunidade de desenvolver um trabalho comunitário, de educação popular e de reforma agrária, na prática, com as terras pertencentes à Igreja. A fazenda foi uma doação do fazendeiro PIERRE AON, que não tinha filhos e deixou suas propriedades para a Igreja. Para desenvolver o projeto, Dom Delgado procurou o apoio da ANCAR-CE, da Universidade Federal do Ceará, através da FACULDADE DE AGRONOMIA da UFC que indicou o engenheiro agrônomo RAIMUNDO HOLANDA FARIAS, como coordenador,  e com a própria estrutura da Igreja através da Cáritas Diocesana, deu andamento ao projeto. Vários grupos comunitários foram criados: O clube de Mães, a Cooperativa Agrícola, A SAPEL, empresa agropecuária, o Clube quatro S, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais ESCOLAS REUNIDAS, ESCOLAS NOTURNAS DO MEB – Movimento de Educação de Base da CNBB. Tudo funcionava em conjunto. Foi uma verdadeira "revolução" na comunidade. Com as dificuldades de continuar o projeto, dada a sua abrangência, algumas atividades passaram para o domínio da prefeitura de Capistrano, como foi o caso da Escola, outras continuaram com o acompanhamento da paróquia o Sindicato mudou-se para Capistrano e ainda hoje existe, e outras foram encerradas. A terra foi doada aos moradores, configurando-se na reforma agrária, na prática. esta última fase já na gestão de DOM ALUÍSIO. Como ex-aluno da escola e membro do Clube quatro S, com idade entre 10 e 13 anos, fui protagonista dessa linda história. Quando cheguei no mestrado, na disciplina de Educação Popular, com a professora Maria Nobre Damasceno, fazer esta pesquisa, sob a orientação do prof. Dr. ANTONIO CARLOS DE ALMEIDA MACHADO. Agora, depois de quase 20 anos resolvi publicá-la E fiz através da Editora Bagagem e do Instituto Calumbi de Educação e Cultura.

DADOS TÉCNICOS DO LIVRO:
Título: PROJETO CARQUEIJA uma experiência de educação popular e reforma agrária da Igreja Católica – STI
Autor: FRANCISCO ARTUR PINHEIRO ALVES
Bagagem Editora – Campina Grande-Pb
ISBN: 987-85-89254-55-7
113 páginas
Preço  unitário: R$ 20,00
Vendas com o próprio autor

DADOS DO AUTOR:

FRANCISCO ARTUR PINHEIRO ALVES

Contatos: 8853 0277 – 9164 8506 – 3484 0997



domingo, 25 de maio de 2014

salão comunitário

Convocamos a todos os nossos amigos e em especial os descendentes da CARQUEIJA DOS ALVES que estão em vários locais do país, para colaborarem com a campanha de construção do SALÃO COMUNITÁRIO DA LOCALIDADE, ao lado da capela de SÃO JOÃO BATISTA. Faça a sua doação. Ajude-nos a preserva o patrimônio material e imaterial de nossa comunidade. Esta construção fica do lado esquerdo da capela que está na foto.

domingo, 18 de maio de 2014

FESTA DE SÃO JOÃO BATISTA 2014

O Prof. Pedro Jorge comunica que já estão em curso os preparativos da FESTA DE SÃO JOÃO BATISTA de 2014, na Carqueija dos Alves em Capistrano. Oss festejo terão a ampla participação de outras comunidades, a cada noite uma, duas ou até três comunidades estarão presentes e responderão pela animação. Dentre os  objetivos dos festejos de São João Batista destacamos  dois: A pregação da Palavra e a unidade dos irmãos e irmãs da comunidade e de comunidades adjacentes, na busca de fortalecer os laços de fraternidade cristã.
Para nós que fazemos a REVISTA CAPISTRANO EM FOCO, é importante também destacar o caráter cultural e histórico da celebrações das destas de padroeiro. No caso de São João em Carqueija dos Alves, a festa remonta aos anos de 1933 pelo casal Pedro e Raquel Alves. A tradição de São

João veio da comunidade de Negreiros no Canindé, berço da família Alves. A decisão de construir a capela foi de Raquel Alves, após alcançar uma graça: a cura de seu esposo Pedro Alves de uma depressão.
Resta-nos convidar a todos e a todas para participar dos festejos de nosso padroeiro que começam dia 14 de junho com o hasteamento da bandeira e termina dia 24 com a Santa Missa.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

ANIVERSÁRIO DO MESTRE SEBASTIÃO CHICUTE

Ontem, 24 de baril foi o dia do aniversário do  Mestre Sebastião Chicute, que completou 80 anos. Estava programada uma comemoração no TERÇO DOS HOMENS, mas devido a problemas de saúde, Sebastião deveria ir à Fortaleza, ao Hospital do Coração em Messejana, fazer uns exames médicos, a pedido de seu cardiologista.
A felicidade dele foi ter feito essa viagem, pois ao chegar ao hospital passou mal, foi atendido na emergência e ficou hospitalizado. Portanto o seu aniversário foi comemorado no hospital.  Sobre este fato escrevi uma crônica que enviei para o Jornal O POVO. Se for publicada replicarei neste blog. Mas o mais importante é o mestre está bem sob os cuidados médicos. Roguemos a Deus pela sua saúde.









sábado, 15 de fevereiro de 2014

ISONOMIA SALARIAL NO MAIS MÉDICOS:


Os médicos cubanos estão dando uma força na saúde do povo brasileiro, isso é fato. Por isso merecem receber o mesmo que os médicos brasileiros e médicos de outros países. Tudo bem que paguem os impostos ao governo de seu país, o imposto de renda, mas receber apenas 10% do que os outros recebem, é uma grande injustiça. Pra onde vai este dinheiro? Devemos cobrar isonomia no salário dos médicos de programa MAIS MÉDICOS, acho que esta bandeira deve ser assumida pelo sindicato e entidades médicas brasileiras: ISONOMIA SALARIAL NO MAIS MÉDICOS. É o mínimos que estas instituições do movimento sindical devem fazer.





Nossa homenagem à médica Ramona Rodríguez que denunciou esta situação e desistiu do programa.


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Terceirizados



O programa "mais médicos" do Ministério da Saúde tem um objetivo salutar, que é suprir a carência de médicos no Brasil. Entretanto demonstra fragilidades e contradições, que expõem o governo e de seus apoiadores. Na primeira etapa o programa cadastrou médicos brasileiros, como as vagas não foram supridas, abriu inscrição para médicos estrangeiros e como ainda assim continuou havendo vagas, fez um convênio com o governo cubano para trazer médicos daquele país. Na verdade, este era o objetivo inicial e central do programa. Mas o que é curioso é que a forma de contratação dos médicos cubanos é diferente das dos demais. Os médicos dos outros países, onde há liberdade, eles próprios se inscreveram no programa e receberão a remuneração, que é de R$ 10.000,00, como um assalariado. 

Os médicos cubanos, não terão o direito inalienável de receber sues salários, o dinheiro será repassado para Cuba e o regime castristas é que os pagará, sabe Deus quanto e como. Ou seja é uma terceirização. O que é interessante é que, semana passada, ouvi vários pronunciamentos de líderes da CUT contra a PEC da terceirização que está em debate no Congresso e não ouvi nenhuma palavra destes líderes em relação a esta "terceirização internacional" na qual o governo brasileiro se eximirá de qualquer responsabilidade trabalhista os médicos que está contratando. Ao que parece, este tipo de terceirização é ainda pior do que a que se pratica no Brasil e, pasmem, com profissional de nível superior. Esta é uma das facetas do programa "mais médicos" que está muito nebuloso e o governo precisa ser mais transparente em relação a ele.

Francisco Artur Pinheiro AlvesProfessor de História da Uece
PUBLICADO ORIGINALMENTE NA COLUNA

Ideias

opiniao@diariodonordeste.com.br
Em 28.08.2013

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

CANÁRIOS NA PRAÇA


Francisco Artur Pinheiro Alves
Prof. do Curso de História da UECE
E-mail: artur.uece@yahoo.com.br



Em um domingo destes pela manhã, ia passando de carro na rua paralela de uma determinada praça, num determinado bairro de Fortaleza, quando percebi que os pés de chanana da mesma, estavam lindamente floridos. 
A chanana flora o ano inteiro sempre pela manhã de 6 ás 11:00h, aproximadamente. As flores de chanana eram as únicas naquela praça e estavam de tal modo lindas, talvez por causa de uma falha da prefeitura, que não limpou o referido logradouro. Pois a prefeitura de Fortaleza, ao longo dos anos, não planta nada nas praças da periferia e ainda manda arrancar os pés de chanana que são flores naturais, não precisam ser irrigadas, não precisam ser plantadas e a natureza nos oferece em abundância. Mas elas têm uma grande inimiga a prefeitura da cidade que prefere as praças sem flores. Sugiro aos iluminados dirigentes municipais que quando mandarem limpar as praças separem o “joio do trigo”, há matos e há flores do mato. O mato e o lixo jogados por pessoas mal educadas, devem ser retirados, mas as flores não. E a chanana é uma flor e não causa feiúra às praças e aos canteiros centras, pelo contrário só causam boniteza.
Terminada a apologia à chanana volto para o relato inicial. Então ia eu bater a foto da torcera de chanana, quando percebi que ao redor dela havia uma rolinha e um casal de canário nativo. Fiquei parado, pelejando para acionar o celular, coisa que ainda não domino bem, para registrar aquele espetáculo da natureza. Temia que com medo de mim, o tal casal de pássaros voassem, eles foram se afastando mas não voaram. Até que enfim consegui registrar, mas sem muita qualidade. 
Já devia ter aprendido a andar com uma câmara fotográfica. Ah! Perdão, deixei de andar com câmara, por que a última vez que andei, deixei-a dentro do porta-luvas do carro enquanto assisti a reunião de pais do colégio, quando voltei tinham roubado. Mas mesmo correndo risco, tenho que voltar a andar com este equipamento precioso e treinar mais o uso do celular.
Apesar da perseguição dos traficantes de pássaros e da insensibilidade dos criadores de pássaros em cativeiro, notadamente os que criam em gaiolas, pois são estes os responsáveis pelo desaparecimento dos canários nativos e de tantas espécies de nossa fauna. Mas a natureza é sábia e mais uma vez faz milagres, como qualifico o fato de existir canário nativo em Fortaleza.
O certo e que testemunhar a existência de canários nativos, vivendo soltos, em Fortaleza, foi motivo de uma grande felicidade. Tanto é assim que resolvi escrever este pequeno artigo
Publicado na edição eletrônica DO DIA 1/02/2014 do JORNAL DO LEITOR do JORNAL OPOVO.