domingo, 28 de fevereiro de 2016
PROVÁVEIS CANDIDATOS A PREFEITO DE CAPISTRANO
Quem serão os candidatos a prefeito de Capistrano? Neste momento de conversação política surgem alguns nomes, mas só poderemos saber mesmo quando estivermos mais próximos do pleito. Um dos que dizem que será candidato é o atual vice prefeito Rochinha, que também foi vice prefeito do ex-prefeito José Renato. Aspira também o cargo a ex-vice prefeita Inês Nascimento, que já concorreu na eleição anterior. Também tem interesse faz as suas articulações o vereador Emanuel, da localidade de Cajuás. Também comenta-se que é candidato, o Dr. Emetério, que já foi em outras ocasiões e sempre está presente na política local. Outro que tem pretensão e em ocasiões anteriores participou das eleições como candidato a vereador, mas não logrou êxito, é o prof. Artur Pinheiro, mas já informou que adiará sua pretensão. Por último também está no páreo, conforme informou ao nosso blog é o ex-prefeito José Renato. Prefeito por duas vezes, não consecutivas, dos acima listados é o que tem mais capital político e com certeza o que mais tem chances de vencer um pleito tão disputado.. Vamos aguardar pra ver quem destes se tronará candidato ou se surgirão outros.
12ª VIA SACRA ECOLÓGICA DA CARQEUIJA - SÃO JOÃO- 2016
Neste próximo 24 de março, quina feira santa, estaremos
realizando nossa 12ª VIA SACRA ECOLÓGICA, no Ecomuseu Rural Raimundo Alves da
Silva, na Carqueija São João, em Capistrano-CE. É uma oportunidade de reflexão
da paixão-morte-ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, feito no meio da
natureza.
Não se trata de uma encenação, apenas faremos a leitura de
rezaremos durante a caminhada, entre uma estação e outra.
Esperamos que as chuvas de São José, 19 de março, passagem
do equinócio, cheguem no Ceará, para que a natureza esteja mais alegre, com o
canto dos pássaros fazendo o coro de nossa caminhada de oração.
Todos estão convidados, a caminhada é ecumênica.
Local e horário de saída: Capela de São João Batista, às
15:00 em ponto.
CÂMARA MUNICIPAL DE CAPISTRANO APROVA TÍTULO DE CIDADÃ CAPISTRANENSE PARA A PROFESSORA LOURDENISE PINHEIRO ALVES (98 anos)
A Câmara Municipal de Capistrano aprovou, por unanimidade, neste sábado dia 27, o título de cidadã de Capistrano para a professora Lourdenise Pinheiro Alves. A família foi representada no ato pelo seu filho Pedro Jorge Pinheiro Alves. O título será entregue em data a ser marcada pela augusta casa do povo.
Ela nasceu em Coité - Aratuba, em 1918 e veio para Capistrano em 1940, quando casou-se com Raimundo Alves da Silva. Foi professora na localidade de Carqueija, na fazenda de seu sogro Pedro Alves da Silva, até 1965, quando veio ensinar na ESCOLAS REUNIDAS DE CARQUEIJA, Em 1970 veio morar em Capistrano indo lecionar no Grupo Escolar Coronel Francisco Nunes. Depois foi residir em Fortaleza para acompanhar o estudo dos filhos menores ( ARTUR, HÉLDER E IRENE RAQUEL). Aposentou-se na escola de Primeiro Grau Estado do Maranhão, no Mondubim.
Hoje dedica-se aos trabalhos da Igreja, no bairro Serrinha, capela de Nossa Senhora da Conceição, paróquia de São Francisco.
Mais informações no blog: www.arturpinalves.blogspot.com
Ela nasceu em Coité - Aratuba, em 1918 e veio para Capistrano em 1940, quando casou-se com Raimundo Alves da Silva. Foi professora na localidade de Carqueija, na fazenda de seu sogro Pedro Alves da Silva, até 1965, quando veio ensinar na ESCOLAS REUNIDAS DE CARQUEIJA, Em 1970 veio morar em Capistrano indo lecionar no Grupo Escolar Coronel Francisco Nunes. Depois foi residir em Fortaleza para acompanhar o estudo dos filhos menores ( ARTUR, HÉLDER E IRENE RAQUEL). Aposentou-se na escola de Primeiro Grau Estado do Maranhão, no Mondubim.
Hoje dedica-se aos trabalhos da Igreja, no bairro Serrinha, capela de Nossa Senhora da Conceição, paróquia de São Francisco.
Mais informações no blog: www.arturpinalves.blogspot.com
sábado, 28 de novembro de 2015
Mais um terreiro incendiado no Distrito Federal (Do site do MINC: www.minc.gov.br)
A madrugada desta sexta-feira (27) foi marcada por mais um ato de ódio, barbárie e intolerância religiosa. Por volta das 5 horas da manhã, o Corpo de Bombeiros recebeu uma ligação que se tornou frequente, ao longo dos últimos meses, no Distrito Federal: relato de incêndio a um terreiro de religião de matriz africana.
Desta vez, o incêndio foi no terreiro Ylê Axé Oyá Bagan, localizado entre as regiões do Lago Norte e do Paranoá, em Brasília (DF). Este é o quinto atentado a templos de religiões afro-brasileiras no Distrito Federal e municípios goianos do entorno em intervalo de apenas três meses. Em setembro, foram registradas ocorrências no Ilê Axé Queiroz, em Santo Antônio do Descoberto; no Ilê de Babá Djair de Logun Edé, em Águas Lindas de Goiás; no Ilê Onibo Aráiko, no Novo Gama; e no Ilê de Pai Ricardo de Omolú, em Valparaíso de Goiás.
Mãe Baiana, responsável pelo templo incendiado e chefe do Departamento de Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Cultural Palmares (FCP), entidade vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), estava no terreiro na hora do atentado.
"Estava dormindo. Por volta das 5h da manhã, acordei, ouvi os cachorros latindo e um barulho diferente. Quando abri a porta, vi um clarão", conta, emocionada. "Tentamos apagar o fogo, mas ele se alastrou muito rápido. O fogo veio de fora para dentro. Se estivesse lá dentro, não teria conseguido sair", afirma.
Mãe Baiana milita há anos contra a intolerância religiosa e o racismo e já acolheu vítimas de crimes cometidos a outros terreiros. "Essa é minha bandeira e minha luta. Isso já vem acontecendo há muito tempo", lamenta.
Não houve feridos, nem mortos, mas, quando a viatura dos bombeiros chegou ao local, o fogo já tinha tomado conta do espaço e dado perda total material, incluindo objetos, como os igbás (representações dos Orixás). A perícia, segundo o Corpo de Bombeiros do DF, levará cerca de 30 dias para ficar pronta.
Repúdio
A presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Cida Abreu, demostrou apoio à Mãe Baiana e foi enfática ao repudiar o ocorrido. "É mais um atentado a uma liderança que socorreu todos os outros terreiros que foram quebrados, queimados e invadidos no entorno de Brasília e que faz parte de uma rede nacional pelo movimento nacional, que é a Renasce, que defende todos os direitos de todos os terreiros de umbanda e candomblé do Brasil", afirmou.
"É muito assustador essa resposta a uma liderança que defende os outros. Acredito que Mãe Baiana continuará empunhando sua bandeira e defendendo os terreiros. Terá apoio do ministro (da Cultura) Juca (Ferreira), de todo o governo federal e de toda a sociedade civil organizada para que não paremos de denunciar até que a sociedade brasileira entenda que a liberdade religiosa é direito de todo ser humano", disse.
A luta contra o racismo e contra a intolerância religiosas é pauta prioritária do Ministério da Cultura. "É lamentável mais este ataque a um terreiro no Distrito Federal. Isso cria um clima de intolerância que não é natural do Brasil. Não podemos trazer para o nosso País, de forma alguma, esse tipo de conduta criminosa", afirmou o ministro da Cultura, Juca Ferreira.
De acordo com dados da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), entre 2011 e 2014, o Disque 100 – canal de denúncias de violações aos direitos humanos – registrou 462 queixas de casos de intolerância religiosa contra o povo de santo.
Nota da FCP
Em nota de repúdio ao ocorrido, a Fundação Cultural Palmares informou algumas medidas que foram tomadas ao longo desta sexta-feira em relação ao atentado.
A procuradora federal Lígia Maria da Silva Azevedo Nogueira e a chefe de gabinete Márcia Teresinha da Cruz Fernandes, ambas da Fundação Cultural Palmares (FCP), foram acionadas para acompanhar a perícia da polícia civil e prestar as primeiras assistências.
A procuradora Lígia Nogueira comunicou que, após o registro junto à polícia civil, irá lavrar a ocorrência na Procuradoria e, em seguida, encaminhá-la à Ouvidoria do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, ao Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT), à Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal e às comissões de Direitos Humanos do Congresso Nacional e da Câmara Legislativa.
"É preciso que se entenda, de uma vez por todas, que o preconceito, a discriminação e a violência contra os espaços e os adeptos dessas religiões é crime (Lei nº 9.459, de 13 de maio de 1997), e que esses tipos de episódios não são aceitáveis nem condizentes com uma democracia", escreve Cida Abreu.
Luta contra intolerância religiosa
No Dia Nacional da Consciência Negra, celebrado todo 20 de novembro, durante cerimônia realizada no Quilombo dos Palmares (AL), o ministro da Cultura, Juca Ferreira, e a presidente da FCP, Cida Abreu, reafirmaram a luta e o repúdio do governo contra toda forma de racismo e intolerância religiosa. Na ocasião, a FCP lançou a marca da campanha "Filhos do Brasil", que visa lutar em prol dessa causa.
Cecilia Coelho
Assessoria de Comunicação
CAPISTRANO COM DOIS REPRESENTANTES NO FÓRUM NACIONAL SETORIAL DAS CULTURAS E POVOS TRADICIONAIS EM SERRA TALHADA-PE
Dois capistranenses estão participando do FÓRUM NACIONAL SETORIAL DAS CULTURAS E POVOS TRADICIONAIS EM SERRA TALHADA-PE. São eles: O prof. Francisco Artur Pinheiro Alves, eleito pelo segmentos culturas populares e a artesã Angelice Alves Custódio, eleita pelo segmento de artesanato. Nossos parabéns a estes dois conterrâneos que representam o Ceará neste importante evento para a cultura popular.
Serra Talhada fica na região do Rio Pajeú no sertão central de Pernambuco. É considerada a capital do Xaxado. Também ostenta o título de terra natal de Lampião O Fórum teve início na terça feira, dia 24 e termina domingo dia 29.
O município de Capistrano foi o município do interior com o maior número de munícipes inscritos no Fórum.
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(Mestre Bule Bule se aprentando em roda de conversa na tarde do dia 27 em Serra Talhada. Foto do portal do MINC)
Serra Talhada fica na região do Rio Pajeú no sertão central de Pernambuco. É considerada a capital do Xaxado. Também ostenta o título de terra natal de Lampião O Fórum teve início na terça feira, dia 24 e termina domingo dia 29.
O município de Capistrano foi o município do interior com o maior número de munícipes inscritos no Fórum.
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(Mestre Bule Bule se aprentando em roda de conversa na tarde do dia 27 em Serra Talhada. Foto do portal do MINC)
sábado, 30 de maio de 2015
PADRE BERNARDO BOURRASSA E SEU COMPROMISSO COM A ÁGUA
Ao chegar em Capistrano no final da década de 1960, tendo
passado por uma experiência no Haiti, e na região metropolitana do Recife,
Padre Bernardo BOURRASSA, enfrenta uma grande seca em 1970. Percebe, ao ver o
sofrimento das pessoas com a falta d’água, que algo deveria ser feito e dedica
toda a sua temporada à frente da paróquia de Capistrano, à construir
reservatórios de água.
A primeira medida neste sentido, foi mandar colocar calhas
em toda a igreja matriz, colocando três tambores de cada lado da igreja, para
receber água. Ali captava água e as pessoas podiam pegar. Eu mesmo colocava
água para casa e para algumas pessoas, destes tambores, utilizando um jumento e
quatro canecas de madeira, como era comum naquele tempo.
O ano de 1970, como disse, foi uma grande seca. Íamos pegar água em dois reservatórios: o Açude da
Vila, de propriedade do Sr. Lima, para uso geral e para beber, no açude dos Cassacos, no Sans Souci, este
construído pelo DNOCS em 1958. Fui um “botador dágua” com o meu jumento. Trazia água para a nossa casa, ade D.
Terezinha Lima Freitas e para a de Antônio Soares Saraiva. Ajudei a pagar o
pedreiro da que construía a nossa casa, com recursos provenientes desta
atividade. Éramos muitos em Capistrano, lembro bem do Augusto, e do avô do
Oliveira, de quem não e lembro o nome. Mas eram vários. A maioria colocando água pra sua própria casa e outros
como eu, para outras casas além da nossa.
Vendo este problema tanto na sede como na zona rural, Pe.
Bernardo elaborou silenciosamente um grande projeto e passou a executá-lo com
toda a sua energia. Nunca em tempo algum, alguém teve esta ideia em Capistrano
e a desenvolveu com tanto zelo e competência. Construiu uma cisterna na antiga
casa paroquial, depois outra, ao lado
esquerdo da igreja, depois uma nos fundos, também uma dentro da casa e uma
grande, ao lado do prédio que construiu para o serviço pastoral. Construiu
também três caixas d’água.
Na sua simplicidade, morava em cima de uma das cisternas que
construiu nos fundos da casa paroquial, onde hoje funciona a pastoral da criança, outra de suas
obras sociais.
O resultado de tudo isso é que a população de Capistrano
continua utilizando a águas das cisternas construídas por padre Bernardo,
nestes anos em que as chuvas foram poucas e os reservatórios acumularam pouca
água. O trabalho de padre Bernardo deve ser exemplo para todos nós que devemos
guardar, cuidar e preservar água, sobretudo no semi-árido nordestino. A água é
um bem natural cuja a escassez é uma realidade no mundo inteiro. A região
Sudeste está passando por uma grande
crise hídrica com as sucessivas secas e o Nordeste convive com este fenômeno há
anos. Mesmo assim não nos educamos em relação ao uso racional da água.
Que a homenagem que estamos fazendo ao Pe Bernardo hoje em
Capistrano, trazendo seus resto s mortais para a igreja matriz, seja um
reconhecimento de seu trabalho social e espiritual à frente de nossa paróquia,
mas que seja também, um momento de reflexão sobre o uso adequado da água por
cada um de nós, cidadãos comuns, e também os que fazem o poder público, seja a
nível estadual ou municipal. Assim estaremos homenageando padre Bernardo e demonstrando
que aprendemos com seus ensinamentos e com seu testemunho de vida, parte dela
dedicada à preservação da água em nosso município.
Prof. Francisco Artur Pinheiro Alves
Presidente do Partido Verde de Capistrano
quarta-feira, 27 de maio de 2015
CURSO DE HISTÓRIA DO CEARÁ À DISTÂNCIA
O instituto Calumbi oferece dois cursos de HISTÓRIA DO CEARÁ à distância. Um com os conteúdos do período colonial e imperial e outro com os conteúdos do período republicano. Cada curso com 60 horas.
Público alvo:
Alunos universitários de cursos de Graduação que incluam as disciplinas de História, para ser aproveitado como ATIVIDADE COMPLEMENTAR, na modalidade de cursos de Extensão. Se o candidato deseja fazer para esta finalidade, deve antes consultar a sua coordenação se o curso será realmente aceito.
Professores das séries iniciais, sobretudo do quarto e quinto ano, que desejam ter maiores conhecimentos da História do Ceará.
Público em geral, interessado na História do Ceará.
Maiores informações e ficha de inscrição pelos e-maalumbi@yahoo.com.br.ils: arturpin@yahoo.com.br, arturpinalves@gmail.com, instituto.com.br
Coordenação Prof. Dr. FRANCISCO ARTUR PINHEIRO ALVES
Público alvo:
Alunos universitários de cursos de Graduação que incluam as disciplinas de História, para ser aproveitado como ATIVIDADE COMPLEMENTAR, na modalidade de cursos de Extensão. Se o candidato deseja fazer para esta finalidade, deve antes consultar a sua coordenação se o curso será realmente aceito.
Professores das séries iniciais, sobretudo do quarto e quinto ano, que desejam ter maiores conhecimentos da História do Ceará.
Público em geral, interessado na História do Ceará.
Maiores informações e ficha de inscrição pelos e-maalumbi@yahoo.com.br.ils: arturpin@yahoo.com.br, arturpinalves@gmail.com, instituto.com.br
Coordenação Prof. Dr. FRANCISCO ARTUR PINHEIRO ALVES
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