sábado, 15 de fevereiro de 2014

ISONOMIA SALARIAL NO MAIS MÉDICOS:


Os médicos cubanos estão dando uma força na saúde do povo brasileiro, isso é fato. Por isso merecem receber o mesmo que os médicos brasileiros e médicos de outros países. Tudo bem que paguem os impostos ao governo de seu país, o imposto de renda, mas receber apenas 10% do que os outros recebem, é uma grande injustiça. Pra onde vai este dinheiro? Devemos cobrar isonomia no salário dos médicos de programa MAIS MÉDICOS, acho que esta bandeira deve ser assumida pelo sindicato e entidades médicas brasileiras: ISONOMIA SALARIAL NO MAIS MÉDICOS. É o mínimos que estas instituições do movimento sindical devem fazer.





Nossa homenagem à médica Ramona Rodríguez que denunciou esta situação e desistiu do programa.


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Terceirizados



O programa "mais médicos" do Ministério da Saúde tem um objetivo salutar, que é suprir a carência de médicos no Brasil. Entretanto demonstra fragilidades e contradições, que expõem o governo e de seus apoiadores. Na primeira etapa o programa cadastrou médicos brasileiros, como as vagas não foram supridas, abriu inscrição para médicos estrangeiros e como ainda assim continuou havendo vagas, fez um convênio com o governo cubano para trazer médicos daquele país. Na verdade, este era o objetivo inicial e central do programa. Mas o que é curioso é que a forma de contratação dos médicos cubanos é diferente das dos demais. Os médicos dos outros países, onde há liberdade, eles próprios se inscreveram no programa e receberão a remuneração, que é de R$ 10.000,00, como um assalariado. 

Os médicos cubanos, não terão o direito inalienável de receber sues salários, o dinheiro será repassado para Cuba e o regime castristas é que os pagará, sabe Deus quanto e como. Ou seja é uma terceirização. O que é interessante é que, semana passada, ouvi vários pronunciamentos de líderes da CUT contra a PEC da terceirização que está em debate no Congresso e não ouvi nenhuma palavra destes líderes em relação a esta "terceirização internacional" na qual o governo brasileiro se eximirá de qualquer responsabilidade trabalhista os médicos que está contratando. Ao que parece, este tipo de terceirização é ainda pior do que a que se pratica no Brasil e, pasmem, com profissional de nível superior. Esta é uma das facetas do programa "mais médicos" que está muito nebuloso e o governo precisa ser mais transparente em relação a ele.

Francisco Artur Pinheiro AlvesProfessor de História da Uece
PUBLICADO ORIGINALMENTE NA COLUNA

Ideias

opiniao@diariodonordeste.com.br
Em 28.08.2013

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

CANÁRIOS NA PRAÇA


Francisco Artur Pinheiro Alves
Prof. do Curso de História da UECE
E-mail: artur.uece@yahoo.com.br



Em um domingo destes pela manhã, ia passando de carro na rua paralela de uma determinada praça, num determinado bairro de Fortaleza, quando percebi que os pés de chanana da mesma, estavam lindamente floridos. 
A chanana flora o ano inteiro sempre pela manhã de 6 ás 11:00h, aproximadamente. As flores de chanana eram as únicas naquela praça e estavam de tal modo lindas, talvez por causa de uma falha da prefeitura, que não limpou o referido logradouro. Pois a prefeitura de Fortaleza, ao longo dos anos, não planta nada nas praças da periferia e ainda manda arrancar os pés de chanana que são flores naturais, não precisam ser irrigadas, não precisam ser plantadas e a natureza nos oferece em abundância. Mas elas têm uma grande inimiga a prefeitura da cidade que prefere as praças sem flores. Sugiro aos iluminados dirigentes municipais que quando mandarem limpar as praças separem o “joio do trigo”, há matos e há flores do mato. O mato e o lixo jogados por pessoas mal educadas, devem ser retirados, mas as flores não. E a chanana é uma flor e não causa feiúra às praças e aos canteiros centras, pelo contrário só causam boniteza.
Terminada a apologia à chanana volto para o relato inicial. Então ia eu bater a foto da torcera de chanana, quando percebi que ao redor dela havia uma rolinha e um casal de canário nativo. Fiquei parado, pelejando para acionar o celular, coisa que ainda não domino bem, para registrar aquele espetáculo da natureza. Temia que com medo de mim, o tal casal de pássaros voassem, eles foram se afastando mas não voaram. Até que enfim consegui registrar, mas sem muita qualidade. 
Já devia ter aprendido a andar com uma câmara fotográfica. Ah! Perdão, deixei de andar com câmara, por que a última vez que andei, deixei-a dentro do porta-luvas do carro enquanto assisti a reunião de pais do colégio, quando voltei tinham roubado. Mas mesmo correndo risco, tenho que voltar a andar com este equipamento precioso e treinar mais o uso do celular.
Apesar da perseguição dos traficantes de pássaros e da insensibilidade dos criadores de pássaros em cativeiro, notadamente os que criam em gaiolas, pois são estes os responsáveis pelo desaparecimento dos canários nativos e de tantas espécies de nossa fauna. Mas a natureza é sábia e mais uma vez faz milagres, como qualifico o fato de existir canário nativo em Fortaleza.
O certo e que testemunhar a existência de canários nativos, vivendo soltos, em Fortaleza, foi motivo de uma grande felicidade. Tanto é assim que resolvi escrever este pequeno artigo
Publicado na edição eletrônica DO DIA 1/02/2014 do JORNAL DO LEITOR do JORNAL OPOVO.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

COMEMORAÇÃO DOS 10 ANOS DO INSTITUTO CALUMBI NO COLÉGIO SÃO JOSÉ EM MARANGUAPE, DIA 12 DE DEZEMBRO DE 2013

Professor Artur Pinheiro lança seu livro na solenidade de COMEMORAÇÃO DOS 10 ANOS DO INSTITUTO CALUMBI NO COLÉGIO SÃO JOSÉ EM MARANGUAPE, DIA 12 DE DEZEMBRO DE 2013

COMEMORAÇÃO DOS 10 ANOS DO INSTITUTO CALUMBI NO COLÉGIO SÃO JOSÉ EM MARANGUAPE, DIA 12 DE DEZEMBRO DE 2013

O Instituto Calumbi, dirigido pelo Prof. Artur Pinheiro, que aqui em Capistrano mantém a BIBLIOTECA PROFA. LOURDENISE PINHEIRO ALVES E O ECOMUSEU RAIMUNDO ALVES DA SILVA, ambos na Carqueija dos Alves, festejou seus 10 anos ontem, dia 12/12/2013, no Colégio São José, em Maranguape. O evento foi prestigiado por vários amigos e representantes de várias instituições. O município de Capistrano foi representado pelo Mestre da Cultura SEBASTIÃO ALVES LOURENÇO, Sebastião Chicute.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

LIVRO: PROJETO CARQUEIIJA: uma experiência de educação popular e reforma agrária da Igreja Católica.

O Prof. FRANCISICO ARTUR PINHEIRO ALVES, publicou o livro:PROJETO CARQUEIIJA: uma experiência de educação popular e reforma agrária da Igreja Católica.
O livro é o resultado de minha Dissertação de Mestrado, na FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UFC. TRATA DE RESGATAR A EXPERIÊNCIA DA Arquidiocese DE FORTALEZA EM UMA FAZENDA DE SUA PROPRIEDADE, a época, na localidade de Carqueija em Capistrano, no bispado de Dom José de Medeiros Delgado. Dom Delgado como bispo que teve a experiencia do CONCÍLIO VATICANO SEGUNDO, percebeu a oportunidade de desenvolver um trabalho comunitário, de educação popular e de reforma agrária, na prática, com as terras pertencentes à Igreja. A fazenda foi uma doação do fazendeiro PIERRE AON, que não tinha filhos e deixou suas propriedades para a Igreja. Para desenvolver o projeto, Dom Delgado procurou o apoio da ANCAR-CE, da Universidade Federal do Ceará, através da FACULDADE DE AGRONOMIA da UFC que indicou o engenheiro agrônomo RAIMUNDO HOLANDA FARIAS, como coordenador,  e com a própria estrutura da Igreja através da Cáritas Diocesana, deu andamento ao projeto. Vários grupos comunitários foram criados: O clube de Mães, a Cooperativa Agrícola, A SAPEL, empresa agropecuária, o Clube quatro S, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais e a ESCOLAS REUNIDAS. Tudo funcionava em conjunto. Foi uma verdadeira "revolução" na comunidade. Com as dificuldades de continuar o projeto, dada a sua abrangência, alumas atividades passaram para o domínio da prefeitura de Capistrano, como foi o caso da Escola, outras continuaram com o acompanhamento da paróquia o Sindicato mudou-se para Capistrrano e ainda hoje esxiste, e outras foram encerradas. A terra foi doada aos moradores, configurando-se na reforma ágrária, na prática. esta última fase já na gestão de DOM ALUÍSIO. Como ex-aluno da escola e membro do Clube quatro S, com idade entre10 e 13 anos, fui protagonista dessa linda história. Quando cheguei no mestrado, na disciplina de Educação Popular, com a professora Maria Nobre Damasceno, fazer esta pesquisa, sob a orientação do prof. Dr. ANTONIO CARLOS DE ALMEIDA MACHADO. Agora, depois de quase 20 anos resolvi publicá-la E fiz através da Editora Bagagem e do Instituto Calumbi de Educação e Cultura.
LANÇAMENTOS: O livro foi lançado no IDJ/UVA em Fortaleza, mas terá outros lançamentos em; MARANGUAPE, CAPISTRANO, HORIZONTE E FORTALEZA. Acompanhe os lançamentos.


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

PROFESSOR ARTUR PINHEIRO NA II CONFERENCIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Teve início ontem, dia 17, a II CONFERENCIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO, no Centro de Eventos. O evento reúne representantes de 183 dos 184 municípios do estado, entre pais, alunos, professores, representantes da sociedade civil. A conferencia tem continuidade hoje com a discussão dos EIXOS TEMÁTICOS, em número de 12 e serão subsídios para o PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Om prof. FRANCISCO ARTUR PINHEIRO ALVES, representando o município de Maranguape, na categoria de ENSINO SUPERIOR, participa do evento. Hoje serão escolhidos 104 delegados do Ceará á CONFERENCIA NACIONAL que acontecerá em fevereiro de 2014 em Brasília, ele é candidato a delegado nacional, vamos aguardar a eleição no final da tarde.