Nos 45 anos do conjunto Prefeito José Walter, nossa homenagem ao professor PEDRO JORGE, um batalhador da comunidade. Ao lado de Luciano Pinheiro, Sr. Vitor, Jessé e muitos outros empreendeu verdadeiras lutas pelo José Walter nas décadas de 1970 e 1980. Foi diretor da escola Prof. Onélio Porto, presidente da ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DO IPAUMIRIM, diretor do CIES ZÉLIA CORREIA do antigo Pantanal, hoje Planalto Airton Sena.
Reconhecendo o seu trabalho o seu trabalho na luta para conseguir uma escola para o bairro Ipaumirim, que resultou na escola JOACIR PEREIRA, a comunidade colocou o nome da rua lateral à escola de rua PROF. PEDRO JORGE.
Foi candidato à vereador três vezes e hoje dirige o Instituto PEDRO E RAQUEL ALVES e o jornal O ZÉ. Por sua luta pela comunidade e pale educação no bairro José Walter, a nossa homenagem a este capistranense ilustre, PROF.PEDRO JORGE PINHEIRO ALVES.
domingo, 8 de fevereiro de 2015
SEBASTIÃO CHICUTE neto da tia Neza - Pedro Jorge Pinheiro Alves
|
Valei-me
Deus nas alturas!
Meu Pe. Cícero Romão
Dai-me a luz de tua glória
E muita inspiração
Pra versar em poucas linhas
O mestre Sebastião
Descrevestes tudo em versos
Porque prestava atenção
Quem sou eu pra imitar
O mestre do meu sertão
Que se desmanchava em poesias
Em qualquer ocasião.
Proclamastes a liberdade
Pra versar o que queria
Cantou boi e emboladas
Pra animar a freguesia,
Contava com o apoio
Da companheira Luzia.
Construiu uma família
Fez questão de escrever
Deixando tudo em versos
Pra filhos e netos saber
“Já fiz o dever de casa”
Gostava de assim dizer.

Cada verso uma historia
Pedia inspiração
Agradecia a Deus
Era sua formação
Tinha temor do divino
Deus lhe dava inspiração.
Dos cordéis que ele fazia
Vem Pe. Cícero Romão
Lembrou do Pe. Bernardo
Também o Frei Damião
O que ele mais queria
Era dar informação.
Nasceu lá na Aratuba,
Criou-se no Camarão
Tinha amigos na Vazante
E também lá no Pai-João
Na festa de São Vicente
Cantava na procissão.
Você deixou saudades
Aperto no coração,
Na verdade és único,
Na cultura do sertão
Teu legado está escrito,
Encerrou tua missão.
|
Professor Pedro Jorge P. Alves
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
CONVITE MISSA 7º DIA - MESTRE SEBASTIÃO ALVES LOURENÇO – SEBASTIÃO CHICUTE
A família do mestre
da cultura Sebastião Chicute, representada por d. Luzia Alves Prudêncio, sua
esposa, comunica os horários e locais das missas de 7º dia, em Fortaleza e
Capistrano.:
Sábado dia 7 às 17
horas (cinco da tarde) na Igreja de N. S. Auxiliadora, na av. João Pessoa,
vizinho ao Colégio Juvenal de Carvalho - missa comunitária.
Domingo dia 8 às 19 horas
( sete da noite) na Igreja Matriz de N. S. de Nazaré, em Capistrano.
Na oportunidade
convida a todos os familiares e amigos para este ato de fé e religiosidade
cristãs.
CORDEL: A CHEGADA DO SEBASTIÃO CHICUTE NO CÉU - Francisco Artur Pinheiro Alves
Ontem
á noite eu sonhei
Que
o Mestre Bastião
Tinha
chegado no céu
Com
muita satisfação
E
foi recebido por santos
De
sua grande devoção
Falo
daqueles santos
Que
Bastião escreveu
Cordéis
e mais cordéis
E muitos
deles vendeu
Na
sua lida contínua
Que
na vida empreendeu
Os
santos então fizeram
Questão
de lhe receber
O
primeiro foi São Pedro
Que
veio agradecer
O
cordel sobre os Simãos
Que
ele gostou de ler
São
João também esteve
Em
sua recepção
Agradecendo
o cordel
De
sua vida, então
Que
ele viu lá na Carqueija
Na
capela de São João
Também
esteve presente
A nobre
Santa Luzia
Que
gostou de seu cordel
E de
vez enquanto o lia
Saudando
o Sebastião
Perguntou
por sua Luzia
Santo
Antonio também veio
A
ele agradecer
Pelo
seu lindo cordel
Que
leu com muito prazer
Este
verso em sua festa
Lá
no Santo Antonio se ler
Um
lindo manto de luz
De
repente apareceu
Era
Nossa Senhora
Que
lá do trono seu
Disse
pro Sebastião
Gostei
do cordel meu
São
Francisco também
Fez
questão de anunciar
Que
estava presente
Para
também prestigiar
Pois
gostou de seu cordel
E que
ia lhe ajudar
São
João Bosco chegou
Com
muita devoção
Agradeceu
o seu verso
Mais
novo do panteão
Disse
que os salesianos
Iam
comprar um montão
Outras
pessoas tiveram
Também
na recepção
Eu
via Luiz Gonzaga
O
nosso rei do Baião
Padre
Bernardo chegou
E abraçou
o Sebastião
A
fila era muito grande
De
gente pra receber
O
mestre Sebastião Chicute
É
verdade, pode crer
Por
isso eu decidi
Este
verso escrever
Sei
que o Sebastião
Com
Jesus e Deus está
A
saudade é muito grande
Mas
devemos suportar
E
agradecer a Deus
Por,
no mundo ,ele botar
A
cultura agradece
Ao
grande Sebastião
Por
seus versos e seu boi
Pela
sua devoção
À cultura
popular
Da
cidade e do sertão
O Sebastião
morreu
Mas
sua obra ficou
Vamos
continuar o reisado
Como
ele ensinou
Vamos
ler seus os cordéis
Ele
nos recomendou
Adeus
mestre Sebastião
Deus
contigo vai está
E está
também conosco
Devemos
acreditar
Viva
o mestre Bastião
E a
cultura do Ceará.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
A CONTRIBUIÇÃO DO MESTRE SEBASTIÃO ALVES LOURENÇO - SEBASTIÃO CHICUTE – PARA A EDUCAÇÃO PATRIMONIAL IMATERIAL
Publicamos um trecho de nosso artigo em homenagem ao mestre Sebastião Chicute, falecido neste dia 01 de fevereiro de 2015
1 O Mestre Sebastião Chicute:
Sebastião
Alves Lourenço é filho do agricultor Francisco Lourenço Sobrinho (Chicute) e Maria Alves dos Santos. Nasceu em
Aratuba-Ce em de abril de 193__.
Aprendeu a ler com ajuda de amigos e sem
frequentar a escola. Além de agricultor, foi
comerciante, vereador em Capistrano na década de 1980. Na sua bagagem
cultural, acumula as experiencias de coquista, mestre de reisado e cordelista.
1.2 A Alfabetização na Carta de ABC
O Mestre
Sebastião Chicute descreve o seu grande desafio de aprender a lersem frequentar
a escola, a experiência é tão forte que reproduzimos um trecho de seu
depoimento sobre o assunto. Diz ele: “
Naquele tempo filho de trabalhador não ia pra escola. tinha que ajudar o pai na
lida do roçado. Eu morava na serra, no município de Aratuba. Ajudei meu pai
desde criança, trabalhando com no roçado. (...) Então ninguém se importava com
escola, só os filhos dos patrões, mesmo assim uns queriam outros não queriam.
Quando eu vinha do roçado com meu pai, passava na casa do nosso patrão e eu via
os filhos dele estudando, lendo. Eu tinha vontade de aprender a ler. Aí um dia,
tinha um passando as férias lá e me
perguntou: Bastião tu quer aprender a
ler? Eu disse , quero. Ele disse: Pois compre uma carta de ABC que eu te
ensino. Aí eu comprei a carta de ABC e ele começou a me ensinar . Mas aí ele
voltou de férias e eu fiquei lendo na cartilha, soletrando as palavras(...).
Nas outras férias ele veio de novo e perguntou: como é que está Bastião? E eu
disse, tou indo, to aprendendo. (…) Nesse tempo as pessoas gostavam de ler
romance, era assim que se chamava os versos de cordel.(...) Então quando
aparecia um romance, uma pessoa que sabia ler lia pros outros. Aí o pessoal começou a me pedir pra ler.(…) Foi
indo foi indo e foi nesse negócio de ler verso que eu aprendi a ler o pouco que
sei, ...
O escritor Gilmar de
Carvalho, em Mestres da Cultura Tradicional Popular do Ceará, ao abordar sobre
o mestre Sebastião Chicute, também relata como se deu o processo do mestre em estudo, da seguinte
forma:” Sebastiao nunca aceitou um
destino previamente traçado por um Deus pouco generoso. “Comprou uma carta de
ABC” e o filho do patrão, chamado Edílson começou a lhe dar as lições nos fins
de semana, nas férias.”(Carvalho 2006: 198,199).
Percebe-se que a
leitura de livretos de cordel contribuiu para o mestre aprender a ler, mesmo
sem frequentar a escola. O exemplo de alfabetização do Mestre Sebastião
Chicute, pode ser levado a muitos jovens e adultos que não tiveram oportunidade
de alfabetizar-se na infância ou na
juventude.
1.3 O Cordel na
Vida de Sebastião Chicute.
Há no
mestre a dimensão poética que se manifesta tento nos glosas emitidas na folia
de reis, quando dança ao lado do boi, quanto na literatura de cordel. Em
entrevista a Gilmar de Carvalho,
declarou: “Lá vou eu escrever um verso, passo uma noite, passo duas noites,
depende do tempo e do dom”. Portanto o Mestre Sebastião Chicute é um poeta
popular. Ele mesmo tem afirmado em diversas ocasiões, em diversas
circunstâncias, falando de si mesmo: “ um poeta faz assim” ou ao fazer ou recitar uma glosa, repetir: “é o
poeta, é a poesia”, referindo-se á forma de ver as coisas com o olhar de poeta.
E o que vem a ser esta figura romântica chamado poeta. Buscou-se
o conceito de um grande poeta popular cearense, Alberto Porfírio. Para
ele ” poeta é aquele que tudo ama e justifica
das coisas a razão de ser considerando tudo natural, divino e necessário. E
complementa: ” É ainda o poeta que,
desprovido de ambição, despreza a fortuna, e ama o simples, fazendo questão de
ser um deles, merecendo, por isso, um protetor, um mecenas que lhe compreenda o
valor e o ampare na vida.”(Porfírio, 1978, p31)
Além de cordelista
Mestre Sebastião é também mestre de reisado, as duas atividades culturais
desenvolvidas, lhe proporcionaram, em 2006, o título de Mestre da Cultura
Tradicional Popular do Estado do Ceará.
1.4 Sebastião
Chicute: Mestre da Cultura Tradicional Popular do Estado do Ceará
A lei estadual nº13.351
de 22 de agosto de 2003, instituiu o registro dos mestres da
cultura tradicional popular no âmbito de estado do
Ceará. A data de sua publicação, foi
cuidadosamente pensada, no dia do folclore. Por outro lado deve-se ressaltar
que a referida lei é uma das
decorrências do decreto federal 3.551 de 04 de agosto de 2000, promulgado pelo
Presidente Fernando Henrique Cardoso sendo ministro da Cultura, Francisco
Welffort. Este decreto oficializou a inclusão do Patrimônio Imaterial na
relação do Patrimônio Cultural Brasileiro. O resultado imediato do decreto foi
o desencadeamento de uma série de ações
de valorização do Patrimônio Imaterial no Brasil, sobretudo no primeiro Governo
do Presidente Lula, quando esteve à frente da pasta da Cultura, o cantor
Gilberto Gil. (Abreu, 2007, p353) O referido decreto também interagia com a
educação patrimonial na medida em que muito de suas metas estavam em sintonia
com outra legislação no âmbito do Ministério da Educação que eram os PCS –
Parâmetro Curriculares Nacionais, que inclui no currículo escolar, no capítulo
dos temas transversais, a pluralidade cultural e a valorização do conhecimento
do patrimônio étnico brasileiro, na forma da constituição de 1988 (Abreu, 2007,
p363)
Por outro lado, o Estado do Ceará, ao aprovar esta lei,
concretizava, em parte uma política de valorização e reconhecimento do
patrimônio imaterial intangível reiterado pela 32ª Conferência Geral da UNESCO
em 2003. Segundo Nogueira, 2008, “essa reorientação nos critérios de
preservação da UNESCO, levou a França a instituir o sistema “tesouros humanos
vivos, exemplo que o Ceará vem seguindo parcialmente”
Para o governador do
Estado à época, Lúcio Alcântara, os
mestres da cultura são homens e mulheres
que perpetuam artes ancestrais, renovam a memória coletiva com criações
contemporâneas e usam variadas linguagens para compor o mosaico da identidade
cultural. (Carvalho, 2006: 9). Oswald Barroso em Encontro dos Mestres do Mundo,
uma publicação da SECULT, classifica
Mestre como sendo “um portador
ativo de uma tradição”. Aquele que “guarda em seu corpo a memória de um saber
coletivo”. Estes saberes de que é portador são “renovados constantemente por
outros Mestres e por ele mesmo como ele.” Por tudo isso, o Mestre se inclui
dentro do conceito daquilo que ficou estabelecido pela UNESCO como Patrimônio
Imaterial. Oswald Barroso em seu ensaio, afirma: “Por isso não apenas seu saber deve ser tratado como patrimônio
imaterial de uma cultura, mas também o próprio mestre, a integridade de sua
pessoa, deve ser vista como tesouro cultural, patrimônio vivo de seu povo”,
conclui Barroso. (SECULT, Encontro dos Mestres, 2008: 51).
2. A Poesia
de Cordel do Mestre Sebastião Chicute
A
Literatura de Cordel, enquanto manifestação de caráter popular e imaterial,
constitui-se como patrimônio imaterial. O cordelista quando publica seus
trabalhos está contribuindo com a difusão de uma literatura de cunho oral,
embora escrita, resultado de um manancial que se estende há décadas e séculos,
no nordeste brasileiro, como mostram os autores antes e agora citados, como é o
caso de Ariano Suassuna, que afirma: “...a meu ver, a grande importância da
literatura popular, para o Brasil, está no fato de que ela constitui uma
espécie de “tradição viva”( ...) Tal importância está, aliás, a meu ver, em
toda a nossa riquíssima Literatura popular,(...) (Suassuna 2007 p. 251,252.)
De outra parte,
analisando o mérito da obra do mestre Sebastião Chicute, percebe-se que ele vai
além, trazendo temas que contemplam a educação informal e até mesmo a educação
escolar, como os relacionados à história regional, à religiosidade, à
preservação da natureza, os chamados “causos”, à política, dentre outros.
sábado, 20 de dezembro de 2014
PADRE BERNARDO BOURASSA
Em 2013, se vivo fosse. Pe. Bernardo completaria 100 anos. Ele é um ano mais novo que Luiz Gonzaga, rei do Baião. Pe Bernardo era canadense, vei para o Brasil, após uma temporada no Haiti, no tempo da ditadura de Babi Doch. Chegou ao Brasil em 1964, onde se instalou em Pernambuco, na grande Recife. Em 1968 chegou a Capistrano. O poeta sebastião Chicute narra este episódio, de forma brilhante, com a seguinte estrofe:
No ano de sessenta e oito
Que alguém deve lembrar
Aos onze do m~es de maio
É o que posso afirmar
Padre Bernardo chegou
Com a intenção de ficar
E ficou mesmo, por cerca de 29 anos. Ali fez um trabalho de espiritualidade, ampliou a participação da comunidade no processo de formação pastoral, preocupado com a carência da água devido as secas, construiu sete reservatórios que durante muitos anos beneficiarão a população da cidade, ajudou a muita gente.Como todo ser humano teve suas decisões polêmicas, como a derrubada da igreja vela. Mas no todo foi um grande pastor, como diz Adrianao Francelino,estava sempre preocupado com a espiritualidade do povo,base de seu trabalho pastoral. também era preocupado com a educação da juventude, procurando ajudar com venda de material escolar barato, a preço de custo etc.
Sua vida era ancorada na moral e na rigidez da formação jesuítica e numa prática que considero de modelo franciscana. teve uma vida pautada na retidão e na simplicidade, pois apesar de ser filho de uma família muito importante do Canadá, o Dr. Henry Bourassa, do Partido Liberal, deixou tudo lá para se dedicar a Igreja, a Jesus e ao povo, como discípulo de Cristo.
Esta é a tõnica de uma pesquisa que estou fazendo e que pretendo publicar em um livro sobre o PE. BERNARDO.. Que tiver alguma contribuição em informação, documento ou fotografia, será muito bem acolhido. ( na foto abaixo, Pe. Bernardo participa da ordenação de Pe. Giovane Saraiva, no Mazagão em Capistrano)
Prof. Dr. Francisco Artur Pinheiro Alves
DoCurso de História da Universidade Estadual do Ceará
e do Instituto Calumbi de Educação e Cultura.
Em 2013, se vivo fosse. Pe. Bernardo completaria 100 anos. Ele é um ano mais novo que Luiz Gonzaga, rei do Baião. Pe Bernardo era canadense, vei para o Brasil, após uma temporada no Haiti, no tempo da ditadura de Babi Doch. Chegou ao Brasil em 1964, onde se instalou em Pernambuco, na grande Recife. Em 1968 chegou a Capistrano. O poeta sebastião Chicute narra este episódio, de forma brilhante, com a seguinte estrofe:
No ano de sessenta e oito
Que alguém deve lembrar
Aos onze do m~es de maio
É o que posso afirmar
Padre Bernardo chegou
Com a intenção de ficar
E ficou mesmo, por cerca de 29 anos. Ali fez um trabalho de espiritualidade, ampliou a participação da comunidade no processo de formação pastoral, preocupado com a carência da água devido as secas, construiu sete reservatórios que durante muitos anos beneficiarão a população da cidade, ajudou a muita gente.Como todo ser humano teve suas decisões polêmicas, como a derrubada da igreja vela. Mas no todo foi um grande pastor, como diz Adrianao Francelino,estava sempre preocupado com a espiritualidade do povo,base de seu trabalho pastoral. também era preocupado com a educação da juventude, procurando ajudar com venda de material escolar barato, a preço de custo etc.
Sua vida era ancorada na moral e na rigidez da formação jesuítica e numa prática que considero de modelo franciscana. teve uma vida pautada na retidão e na simplicidade, pois apesar de ser filho de uma família muito importante do Canadá, o Dr. Henry Bourassa, do Partido Liberal, deixou tudo lá para se dedicar a Igreja, a Jesus e ao povo, como discípulo de Cristo.
Esta é a tõnica de uma pesquisa que estou fazendo e que pretendo publicar em um livro sobre o PE. BERNARDO.. Que tiver alguma contribuição em informação, documento ou fotografia, será muito bem acolhido. ( na foto abaixo, Pe. Bernardo participa da ordenação de Pe. Giovane Saraiva, no Mazagão em Capistrano)
Prof. Dr. Francisco Artur Pinheiro Alves
DoCurso de História da Universidade Estadual do Ceará
e do Instituto Calumbi de Educação e Cultura.
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